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Empreendedorismo: fatores que podem avalancar ou desincentivar a prática

5 de setembro de 2019

Com a economia enfrentando dificuldades neste momento socio-político em que nos encontramos, o empreendedorismo é buscado por muitas e muitos como uma forma de sustento e renda extra, onde o salário mínimo nem sempre é suficiente.

 

Por abranger várias funções, atividades e ações relacionadas com a criação de novos mercados e oportunidades, exercer o empreendedorismo não é tão simples. Mas mesmo assim, há muitos fatores que podem influenciar o início do processo empreendedor, impulsionando e identificando a oportunidade de negócio.

Esses fatores são voláteis, e podem mudar de acordo com a diacronia dos processos de quem empreende. Eles são: os fatores pessoais, fatores sociológicos, fatores ambientais, e fatores organizacionais.

Fatores pessoais:

Este conjunto de fatores comumente influencia positiva ou negativamente, por serem o ponto de partida de muitos empreendedores. É onde a criatividade é maior exercitada, junto a resiliência. Esses aspectos são: a realização pessoal, a capacidade de assumir riscos, valores pessoais e experiência no ramo pretendido.

Fatores sociológicos:

Impactam ambiguamente nas relações e relacionamentos que a pessoa está tendo antes, durante e depois de de empreender. Tais como o networking (a rede de conexões) e os modelos de pessoas de sucesso, que podem servir de inspiração em uma ideia que virá a ser o diferencial do empreendimento.

Fatores ambientais:

Os fatores externos costumam pesar muito na hora de empreender, pois estes justamente, irão pré-determinar o cenário do negócio e onde ele será inserido. Ou seja, as oportunidades e os clientes, além das políticas públicas podem direcionar o nicho de mercado. E mais: nosso país possui uma alta carga tributária e uma burocracia imensa para se conseguir crédito. Geralmente quem começa seu próprio negócio, o faz por necessidade, e não por oportunidade. Muitos e muitas não têm dinheiro suficiente para começar a empreender, o que pode gerar desmotivação.

Também, há a falta de mão de obra qualificada, devido ao fato de muitas pessoas recorrerem ao mesmo escape. Quem empreende passa a ter grandes concorrentes no mercado e deve procurar um negócio que tenha um diferencial para se sobressair aos demais.

O Marketing Pessoal é necessário mas não o suficiente. Não é somente ser bom, bonito e barato. É preciso ser mais; e as pessoas não tiveram preparo para isso. Mesmo com sistemas como o SEBRAE, que impulsiona estes empreendedores e as leis que beneficiam o microempreendedor individual, os crescimentos na economia e maior capital de giro, nem todos estão prontos para empreender. A zona de conforto pode ser balançada a qualquer instante. Isso se estende da senhora que vende bolos na praça do bairro até o diretor geral de uma empresa de tecnologia.

Fatores organizacionais:

Empreender exige organização. Pois como em qualquer negócio ou atividade, há a distribuição de tarefas e definição de metas a ser estabelecidas. Os fatores organizacionais atuam diretamente no início do processo de empreendedorismo, pois são eles que impulsionam o empreendedor a identificar a oportunidade do negócio.
A cultura que o indivíduo pratica, as estratégias de negócio, os planos de ação a serem desenvolvidos, as estruturas que darão base ao negócio.

Países de terceiro mundo costumam ter mais empreendedores informais, do que formais, pois como já foi destacado acima, as políticas públicas falham em captar estes profissionais para melhor direcioná-los a um futuro melhor e que não seja incerto.

 


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